Oba! Produtinhos pra gente testar.

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Olá mamães!

Vocês já conhecem a The Insiders?

A The Insiders é uma empresa multinacional, presente em 25 países! Com escritórios em Paris, Londres, Miami, Espanha, Brasil…. que busca pessoas que gostam de testar produtos e dar suas opiniões sinceras.

Eles lançam diversas campanhas no site para que os consumidores alvo da marca tenham uma experiência com o produto e dêem seu feedback verdadeiro para as marcas.

Vim aqui contar para vocês uma super novidade: a The Insiders irá lançar váriassss campanhas para nós mamães com produtos de marcas renomadas!! E gostaria de convidá-las a participar! Se inscrevam no site www.theinsiders.com.br e aguardem que quando a campanha for lançada você irá receber um e-mail convidando você a preencher uma pesquisa para ter a chance de ser selecionada para participar!

Já tem uma campanha super bacana preparada para vocês. Não é o máximo?

 

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O quarto montessoriano.

Esse é o conceito aplicado na arquitetura voltada para as crianças, onde todos os brinquedos, objetos e até a cama ficam ao alcance delas. Dentro da filosofia montessoriana, o quarto é assim: da criança e para a criança. Sem berço, com a cama quase no chão, tapetes, brinquedos em menor quantidade e num sistema de rodízio. A autonomia deles é criada e estimulada desde as primeiras engatinhadas.

Além de toda vantagem psicologica e psicomotora, o quarto montessoriano pode ser criado sem muita verba e com muita criatividade. Poucos móveis e mais estimulo, é disso que eles precisam.

Olha quanta ideia linda, que pode ser adaptada a nossa realidade $$:

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A ideia é investir em texturas e cores variadas, usando tecidos e materiais emborrachados, os adesivos de parede dão um charme a mais e você pode compra-los prontos ou baixar imagens da internet e produzir em graficas.

Os quartos montessorianos podem ser usados por um longo tempo, basta substituir os brinquedos adequados a idade e variar no tema.

Slings, fraldinhas de pano e muita coisa linda.

Tão bom quando a gente conhece uma mãe que tem as mesmas ideias, propósitos e conceitos sobre filhos, alimentação, criação, né? Conheci a Raíra, mãe da pequena Alice (xará do meu amor hahaha) quando procurava colar de ambar para comprar (falarei dele no próximo post) e começamos uma amizade e muita troca de experiência.

Raíra vende coisas lindas e, entre elas, slings e fraldinhas de pano uma mais linda que a outra.

Os Slings, por que usar?

  • Carinho: recebe mais ternura por estar mais próximo dos pais. O uso do sling promove a criação de laços com o bebé, a sensação de proximidade e os sentimentos de confiança. Também por isso se recomenda o seu uso com bebés prematuros, pois estes têm uma necessidade ainda maior de contacto físico com a mãe.
  • Embalo: ajuda a embalar e a acalmar o bebé quando está agitado. Os bebés que são transportados ao colo regularmente não tendem a desenvolver o medo da perda ou a solidão, pelo que choram menos e tornam-se independentes mais cedo.

ALGODAO

  • Atividade: promove a interacção por estar ao nível dos adultos. Quando está acordado tem oportunidade de observar o ambiente que o rodeia quer em casa, quer na rua.
  • Confiança: facilita a adaptação a ambientes e pessoas estranhas, por estar no colo habitual. Evita assim a ansiedade comum nestas situações.
  • Aprendizagem: um bebé calmo e confiante está mais disponível para aprender

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E as fraldinhas de pano, valem a pena?

As fraldas de pano são bem mais respiráveis e as assaduras são realmente raras. Além disso não precisa ficar passando pomada porque ela impermeabiliza. O algodão não irrita e nem agride a pele de do bebê, sendo assim também uma ótima opção para evitar alergias de pele.

Ah, e são lindas de viver!

fraldinhas

Cada coisa fofa, não é mesmo?

Tá aqui o contato pra você pedir:

https://www.facebook.com/blogluadeleite?fref=ts

O dia em que Alice adoeceu e meu coração partiu em mil pedacinhos

5 meses, 10 dias e nenhum minuto molinha, com dor ou qualquer alteração, até domingo à noite. Alice mole? não é essa minha menininha. Começou com um choro intenso, que não parava… minutos depois vômito e uma corrida para emergência. Por que? nossos bebês não deveriam adoecer e qualquer vírus deveria poder ser transferidos para nós, mães. 2 dias de febre, moleza e choro, muito choro e colo. Quem diria que um coração de mãe pudesse ficar tão devastado. Na gravidez trabalhei o máximo que pude, mesmo enjoada, com dor… Não me via faltando, até ontem. Em momento algum cogitei deixa-la só. A febre não baixou e hoje chegou aos 39, outra corrida para emergência. Fazer exames, injeção para febre, tirar sangue, colher urina, e no meio disso tudo, eu pegando caminho para o trabalho e Alice com vovó. Ninguém poderia se sentir mais culpada do que eu nesse momento. Que mãe abandonaria um filho nesse momento? Eu. Eu que a 2 meses perdi um emprego e comecei num novo, num novo projeto e numa nova responsabilidade… Isso significa que em tão pouco tempo, não poderia abandonar tudo e correr o risco e perde-lo. É assim que posso dar a Alice outras coisas que ela precisa, além de colo, amor e peito, é claro.

Ontem também ouvi de uma pediatra a barbárie de que a culpa dela estar assim era minha, por não estar em casa, por não dar de mamar 24h e por introduzir (por orientação pediátrica) os alimentos. Na hora senti como um tiro na cabeça, sai com Alice no colo sem ao menos a médica tocar na minha filha e já culpando o fato dela comer legumes e frutas e ter uma mãe que trabalha fora.

Dai passamos a tarde juntas e com muito apoio da família levantei a cabeça. Criança adoece, é inevitável, e eu tenho certeza que dou o meu melhor, que faço o possível e impossível por ela. Foram 5 meses e 10 dias sem nenhuma tosse, foi a primeira febre e a certeza de que amanhã nossa pequena vai estar bem melhor, sorrindo e dando aqueles gritinhos chamando por atenção.

Por fim, hoje, descobrimos que é uma infecção urinária, graças ao bom atendimento e muito cuidado de uma pediatra que com certeza gosta do que faz.

Mamães que podem ficar em casa com suas crias, admiro, é um sonho ( acompanhado de muito trabalho, sei disso!)

Mas, mães que trabalham fora, às vezes por opção e outras por necessidade, não somos cruéis, não somos menos mães, somos mães, que amam, que protegem e cuidam tanto quanto.

Só um desabafo. ❤

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E um obrigada para a Dra Magali, que foi uma fofa, muito diferente da pediatra de ontem, e diagnosticou a infecção da nossa pequena. Agora ela já está sem febre e em casa no colo do pai (maior alegria do mundo ver um filho ficando bom logo). ❤ ❤

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Papinha da vez: beterraba

Ontem foi dia de Alice conhecer a beterraba. E porque eu escolhi para ser o jantar dela ontem? Ela é rica em açúcares (sendo inclusive utilizada na Europa como matéria-prima na fabricação do açúcar industrializado), e também uma boa fonte de vitaminas A, do complexo B e C.

Por já conter açucar natural, nada de adoçar nem salgar, ta? Para escolher, o ideal é procurar as de casca mais colorida e macia. Evite as beterrabas muito duras, machucadas, “murchas” ou com partes rachadas.

Sopa-de-tomate-e-beterrabafoto: internet 

Receita:

1 beterraba pequena

Modo de fazer: Cozinhe a beterraba (deixe um dedo de água acima dela) por uns 10 minutos ou até que ela fique bem macia, depois retire toda a casca e amasse bem com garfo (aqui não estamos batendo em liqüidificador). Agora é só esperar esfriar e pronto.

O resultado foi esse:

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Alice, a introdução alimentar e o método BLW

Durante os 5 meses que Alice apenas mamou e complementou (na volta ao meu trabalho) pesquisei muito sobre introdução alimentar. Nesse meio tempo conheci o tal método BLW ( Baby – Led – Weaning ), um método de introdução guiado pelo bebê e começado aos 6 meses, quando o bebê já senta sem apoio e tem coordenação suficiente para segurar a comida e leva-la até a boca. Aqui, uma breve introdução: “Esta abordagem de introdução alimentar oferece ao bebê a oportunidade de descobrir o que os alimentos que não o leite materno ou leite de fórmula têm a oferecer, como parte do mundo que o cerca. Ela engloba na experiência da alimentação o desejo do bebê de experimentar, explorar e imitar, comum dessa fase! Permite ao bebê definir o tempo de cada refeição e dá ênfase à exploração, ao invés da alimentação em si, e torna a transição aos alimentos sólidos seja da forma mais natural possível. Isso porque a motivação dos bebês a fazerem essa transição é muito mais a curiosidade do que a fome em si!” As refeições não precisam coincidir exatamente com o horário em que as mamadas aconteciam anteriormente. O aleitamento materno pode ser mantido e os alimentos são introduzidos em conjunto. Isso permite que essa abordagem seja mais descontraída e agradável para todos.” Como Alice tem apenas 5 meses e não está 100% apta a comer apenas por esse método, e teve que introduzir outros alimentos pela minha volta ao trabalho, optei (junto ao pediatra dela) em fazer o BLW + papinhas. Como fizemos? Colocamos Alice no cadeirão e preparamos a papinha, em volta do pratinho, coloco os pedaços de todos os alimentos usados na papinha para que ela tenha vontade de pegar e colocar na boca, assim ela está sendo alimentada e ao mesmo tempo sendo estimulada. Ate agora está dando super certo e desde a primeira vez ela aceita muito bem a colher, usa as mãos para levar os alimentos até a boca e ainda assim continua mamando em LD quando estou em casa. IMG_7917

Cadeirão Burigotto – 195,80 na Villa Twins em Olinda

OBS: A sujeira é grande!